segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Bate-papo: Quem sou eu? #Parte 1

"Quem sou eu?"

Sabe aquela frase que diz que a pessoa que você foi, você é e será, são 3 pessoas diferentes, exatamente. E saber que se descrever quem você é, normalmente não é uma das coisas mais fáceis. Ao meu ver, é muito mais fácil você descrever o que você acha de outra pessoa a si mesmo. Ainda mais porque nós estamos sempre em construção e poder se entender, analisar e dizer como é, é complicado. Se dizemos as qualidades, parecemos nos promover. Ao passo que ao dizermos nossos defeitos, nos desqualificamos e nos desmerecemos. E pra quem se auto critica bastante, como eu e muitas pessoas também, é ainda mais difícil. 

Mas aí quando você vai preencher seu perfil numa rede social ou então vai numa entrevista de emprego, é inevitável não ter essa pergunta (ainda não passei exatamente por isso, mas sei que em algum momento isso acontecerá e também por isso passei a refletir mais nesse assunto). Mas o que responder? É claro que quando se trata de uma rede social é uma resposta muito mais leve, dinâmica menos formal, com uma entrevista de emprego, você precisa de muito mais cautela ao se descrever.

Tenho pensado muito sobre tudo isso. Quem eu sou? Sou quem gostaria de ser e estou onde gostaria/deveria? É como me imaginei há alguns anos atrás quando me faziam aquela velha pergunta: Onde e como você se imagina daqui a 5, 10, 15 anos? Hoje quando penso na imagem do que eu queria me tornar tenho duas respostas: sim e não. Calma, não é indecisão. Apesar de eu ser sim muito indecisa. Meus amigos que o diga! 



Minha resposta é: Hoje eu posso dizer que sou muito mais o que eu gostaria de ser. Mas a verdade é que por estarmos em construção, ainda não é onde eu realmente gostaria de estar agora. Como nada é perfeito, existem sim coisas que gostaria que fosse diferente, que tivesse mudado mais. Então, por um lado digo que uma grande parte de mim é o que eu há uns atrás não me imaginava, positivamente, eu alcancei um "eu" que me orgulho muito mais! 

Se eu olhar lá atrás e alguém me dissesse que hoje eu seria como sou, duvidaria, ficaria desacreditada. Sabe por que? Hoje eu faço muito mais as coisas que quero, gosto e vou atrás, falo mais o que penso, mesmo que não gostem, vou em busca do que me identifico. Ainda me importo com o que os outros dizem, mas bem menos do que antes, quando deixei muito de fazer por medo do que diriam, pensariam e julgariam. Aprendi que fazendo o que querem ou não, vão te julgar do mesmo jeito, então que seja fazendo o que eu quero em primeiro lugar. Mas de certo, ainda preciso me importar ainda menos com opiniões alheias que nada acrescentam. Porque, claro, quando lhe dizem algo, você primeiro precisa analisar se aquilo é válido e te acrescenta positivamente.

Amadureci, mas não no sentido de levar tudo à sério. Mas que, precisamos aproveitar cada oportunidade e aventura que a vida nos dá, se jogar mesmo, de cabeça, coração e alma! Topo quase toda parada, e evito parar em qualquer topada. Arriscar, me permitir sonhar e realizar. Há quem ache loucuras, como ir à uma sessão de autógrafos de uma das suas autoras preferidas, mas "Aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música", por Friedrich Nietzsche, diz tudo! 

Hoje sou mais feliz por poder me deixar ser quem eu gostaria de já ter sido muito antes. Mas antes tarde do que nunca, eu gosto de dizer que apesar de ficar um pouco triste por não ter sido sempre assim, desde o começo, acredito muito que tudo faz parte do meu crescimento e se isso aconteceu agora, ou, a pouco tempo, é porque precisava passar e enfrentar certas coisas antes. 

Quanta coisa eu dizia nunca fazer, até julgava quem fazia, como ir à baladas, beber um pouco, curtir, bom, hoje eu sei que nunca diga nunca. Mas é preciso dizer, não é que mudei completamente, ou não to dizendo que se você não gosta, precisa gostar ou vai mudar de opinião. Não! O que eu digo que certas coisas podem ir mudando, e o que eu digo também, há pessoas e pessoas, você não pode rotulá-las e generalizar porque vão à balada, por exemplo. Você pode simplesmente ir só pra se divertir e dançar com os amigos numa boa. Se vão achar A ou B, não importa. Quem quer te conhecer mesmo, vai saber por todo o seu "eu", quem você realmente é e como eu disse, opiniões que nada acrescentam não merecem o crédito. Mude, mas não perca a essência! 

Hoje eu coloco muito mais em prática a frase que diz: "Prefira se arrepender das coisas que fez a pensar como teria sido 'se'". Novamente, não estou dizendo pra ir fazendo tudo o que der na telha, mas arrisque mais, com certeza, bons momentos virão e virarão boas lembranças e histórias futuramente, mas se não der, algo irá te acrescentar também!

Quem eu me tornarei? Ainda não sei e hoje eu acho ainda mais difícil visualizar a resposta do que quando era criança, porque hoje sabemos que as respostas, as coisas, são muito mais complexas do que imaginávamos, mas que sempre guardam surpresas! Vi isso também num livro maravilhoso que terminei recentemente "Sr. Daniels", em breve no blog. 

E quem eu sou? Bom, mesmo que cada um tire suas próprias conclusões, eu venho em breve também com um texto definindo um pouco quem eu sou, mesmo porque preciso chegar a essa resposta! ;)

E vocês, são hoje aquilo que gostariam de ser?
Superou as expectativas de vocês?
Mudaram muito de opiniões?
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Obrigada por me visitarem! <33
Beijinhos e até breve!!